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quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Linha de Chegada, do Sportv, fora do grid em 2015

© Sportv
Tudo indica que deram um "fim da linha" para o Linha de Chegada, programa sobre automobilismo que desde 2004 faz parte da programação do Sportv, mas estará ausente da grade de programação a partir de 2015. A notícia foi publicada hoje na coluna do jornalista Flavio Ricco no UOL, sobre TV, e comentada em seguida por um de seus criadores, o jornalista Rodrigo Mattar.

Desde que o Linha de Chegada passou para o formato "entrevista", acho que em 2011, muitas vezes critiquei a escolha dos entrevistados. Por um lado, por serem nomes repetidos, me dando a impressão de panelinha; por outro, por apresentar, em várias ocasiões, nomes que considerava irrelevantes para o tema automobilismo, como atletas de outras modalidades esportivas ou atores globais. Enfim, curiosos ou leigos no assunto, mas que por algum motivo poderiam dar audiência.

Gostava mais do formato antigo, com um debate feito em estúdio, com a presença de convidados e Reginaldo Leme sempre no comando, como mediador. Ainda que isso significasse ter que ouvir as opiniões cheias de certezas de Lito Cavalcanti, era um modelo que funcionava bem. Perto do fim de semana, havia também uma versão do programa destinada ao que aconteceu no automobilismo no Brasil e no mundo, quase sempre com foco nos pilotos brasileiros, mas esse eu nunca curti. Não sei explicar o motivo.

O Linha de Chegada no formato antigo - um debate -, tendo Reginaldo Leme como mediador

Algumas exceções foram muito bem-sucedidas no novo formato, dignas de elogios, como o excelente programa com Emerson Fittipaldi e o cantor Ronnie Von e a homenagem da produção feita a Reginaldo Leme em 2012, pelos seus 40 anos cobrindo a Fórmula 1. Ou então, os mais recentes, com Cléber Machado e Mariana Becker, sobre os bastidores da cobertura da Fórmula 1 contemporânea, e com o ex-piloto Wilsinho Fittipaldi e o ex-sócio da equipe Forti CorseCarlo Gancia, exibido esta semana.

Reginaldo Leme, Carlo Gancia e Wilsinho Fittipaldi, no programa exibido em 9 de dezembro

Apesar desses golaços, confesso que sempre ficava com a impressão de ver no atual Linha de Chegada uma espécie de Vídeo Show, um programa destinado apenas a quem é íntimo da casa e, naturalmente, do próprio Reginaldo. Enfim, um programa feito entre amigos, para os amigos mais chegados.

Com isso, dificilmente haveria a possibilidade de haver um debate mais contundente, nos moldes de uma mesa redonda de futebol, elogiando ou criticando, de forma isenta, a postura deste ou daquele piloto em determinada corrida, com os brasileiros incluídos nesse pacote. Pela linha editorial da Globo e do Sportv, e até pelo perfil do próprio Reginaldo, é claro que isso jamais iria acontecer. Nesse ponto, o Supermotor, do Bandsports, ganha disparado.

O cancelamento do Linha de Chegada, se realmente acontecer em 2015, será apenas o resultado de um cenário que só reforça a perda cada vez maior de interesse do telespectador pelo automobilismo e, consequentemente, daquilo que é a principal razão de existência de qualquer canal de TV: a audiência.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Sebastian Vettel na Ferrari

A Ferrari divulgou hoje mais um vídeo com imagens das voltas que Sebastian Vettel deu no último sábado, a bordo do F2012, no circuito de Fiorano, com imagens captadas pela câmera onboard.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Sebastian Vettel de roupa nova

Nesse fim de semana, Sebastian Vettel aproveitou para ter seu primeiro contato real com a Ferrari, inclusive a bordo de um dos carros, o que ele descreveu como um conto de fadas.

Sebastian Vettel a bordo do Ferrari F2012, no circuito de Fiorano, na Itália

Na sexta, foi fazer uma visita à fábrica da equipe, em Maranello. No sábado, deu algumas voltas com o modelo F2012 na pista da equipe, em Fiorano. Ontem, passou o dia todo no simulador. Hoje, teve reuniões com os patrões: o presidente, Sergio Marchionne, e o novo chefe de equipe, Maurizio Arrivabene, além do diretor técnico, James Allison.

Ele comentou rapidamente sobre a experiência e lembrou de quando esteve em Fiorano pela primeira vez, ainda criança, tentando espiar por cima da cerca para acompanhar um treino de Michael Schumacher. Era o sonho sendo alimentado desde pequeno.

O mais legal disso tudo é o vídeo abaixo, mostrando Vettel com o famoso macacão vermelho, dando algumas voltas com o carro e conversando com os engenheiros de sua nova casa.

Depois de anos acostumados a vê-lo usando as cores da Red Bull, mudanças assim são sempre legais na Fórmula 1, mesmo quando a categoria não move uma palha para torná-la mais atrativa para os fãs.

E vocês? Curtiram as primeiras imagens de Vettel usando roupa nova? Comentem dizendo o que acharam. :-)

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Rubens Barrichello e a piada que vale a pena

© Divulgação Vivo
Que Rubens Barrichello virou sinônimo de piada entre os menos entendidos em automobilismo - incluindo no pacote programas de humor bem questionáveis -, é fato conhecido. A eterna fama de pé-de-chinelo está aí para provar.

Com o surgimento do hoje finado Orkut, em 2004, não demorou muito e logo surgiram as primeiras comunidades e perfis falsos com o nome do piloto, dando mais espaço às piadas sem fim.

Famoso por se sentir facilmente atingido em situações desse tipo, o resultado não poderia ser outro: um processo nas costas da Google, dona do serviço, movido em 2006.

Oito anos depois, Barrichello mete R$ 200 mil no bolso, como indenização. Bem abaixo dos R$ 850 mil pedidos por ele na época, mas ainda assim, uma graninha considerável. Em uma época em que muita gente pensava que a internet era uma terra sem lei, Barrichello era alvo fácil para coisas desse tipo. Mas havia um preço a ser pago por isso. A Google que o diga.

Este ano, o cenário parece ser outro. Recentemente, a operadora Vivo contratou o piloto para divulgar um de seus produtos, tendo como pano de fundo sua eterna e injusta fama de lento. Em um dos comerciais, o ator João Côrtes, atual garoto-propaganda da marca, tira um sarro da internet móvel (e lenta) do piloto, ao fazer upload de uma selfie, ganhando em troca um olhar de reprovação. Em outro, o mote é o uso de hashtags do passado, como #chatiado, #comofas e #polvopaul, se comparadas ao descolado #pegabem do moleque ruivo. Campanha criativa, e que certamente dá o que falar.




Não é a primeira vez que Barrichello topa participar de comerciais em que, além de divulgar um produto, fazem uso de sua fama de lento ou lembram momentos constrangedores de sua carreira na Fórmula 1. Em 2013, estrelou campanha da Volvo onde seu objetivo era, mais uma vez, "desafiar todos os alemães", tirando um sarro da narração de Cléber Machado no GP da Áustria de 2002, com a frase que ficou famosa: "Hoje, não! Hoje, não! Hoje, sim!". Este ano, a Renault fez o mesmo.

Aparentemente, Barrichello parece não se importar com isso quando a piada é movida a contratos e, principalmente, grana no bolso. Sinal claro de quem, com o passar dos anos, aprendeu a rir de si próprio, ganhando para isso e sem se importar com a opinião alheia. Acho que ele faz bem. Parece estar feliz assim. No fundo, deve estar é se divertindo muito com tudo isso. Como se diz hoje em dia: The zoeira never ends!

Lewis Hamilton venceu mais uma: GP de Londres

A Radio 1, da BBC, divulgou na manhã de ontem mais uma vitória de Lewis Hamilton, desta vez em Londres, em um "autódromo" diferente e bem criativo: uma pista de autorama muito bem montada pela produção da emissora. No estúdio, de olho em tudo, dois "convidados especiais": Nicole Scherzinger e Bernie Ecclestone.

A prova teve ainda a participação do apresentador do Radio 1 Breakfast Show, Nick Grimshaw, como rival de Hamilton, tendo ainda os jornalistas James Allen e Lee Mackenzie como narrador e comentarista, respectivamente. Lee, assim como Allen, cumpriu muito bem seu papel, falando das características técnicas da pista, destacando seu "formato de oito" e afirmando ser esta "uma das corridas mais frias da temporada, com seis graus de temperatura ambiente e 12 graus na pista".



Na largada, Lewis repetiu a mesma estratégia usada sobre Nico Rosberg do GP de Abu Dhabi, saindo na frente e obtendo uma boa vantagem sobre Grimshaw, para receber a bandeira quadriculada dez voltas depois. Como prêmio de consolação pelo segundo lugar, Grimshaw foi informado que sua volta mais rápida foi apenas dois décimos de segundo mais lenta do que a de Lewis.

Foi diversão pura! Me lembrou os tempos em que eu passava tardes e tardes da minha infância brincando de autorama, disputando corridas em meu Grande Prêmio Forma de Oito. Até hoje não lembro que fim eu dei nele, mas era bem divertido. E vocês? Ainda têm um brinquedo desses guardado em casa? Ficou de herança para os filhos? Quais eram os carros? E os pilotos? Comentem aí embaixo, contando como eram suas disputas na sala ou no playground do prédio.

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Ronda dos blogs (27/11/2014)

A partir de agora, tentarei, na medida do possível, fazer uma ronda pelos blogs que costumo ler nos primeiros minutos da manhã (mas não todos os dias, pois o tempo é curto). São os mesmos que estão indicados aqui no Almanaque da Fórmula 1, na seção Blogs Recomendados. A ideia é comentar, sempre que possível, alguns posts de destaque publicados por blogueiros e jornalistas que, na minha opinião, sempre têm algo a dizer, mesmo que em alguns casos eu não concorde com eles.

Inicialmente, isso será feito em caráter experimental, sem periodicidade regular, pois não quero me prender a nenhuma agenda programada (o tempo é curto, como já disse antes). Acho que pode sair algo bem legal dessa ideia. E quem quiser sugerir outros blogs interessantes e que valha a pena eu conhecer, é só me avisar usando a área de comentários deste blog. Manifestem-se, pessoal!

Na tarde de ontem, o jornalista inglês Adam Cooper comentou em seu blog sobre a decisão da Comissão da Fórmula 1 em abolir, já em 2015, o sistema de pontuação dobrada e a ideia da relargada parada, após a entrada do Safety Car. Falta agora o Conselho Mundial de Esporte a Motor da FIA aprovar tais decisões, na reunião da semana que vem, dia 3 de dezembro.


No A Mil por Hora, Rodrigo Mattar destaca a demissão de Jean-Eric Vergné pela Toro Rosso, anunciada pelo próprio piloto em seus perfis nas redes sociais. A Toro Rosso ainda não se pronunciou, e provavelmente só o fará quando for confirmado o substituto.

Tudo indica que seja o espanhol Carlos Sainz Jr., atual campeão da World Series by Renault. Rodrigo fez ainda uma descrição perfeita da política da Red Bull de revelar talentos por meio de sua equipe satélite, para depois dispensá-los sem motivos aparentes.

Essa é a Fórmula 1 dos tempos atuais. Tira de campo um cara talentoso como Vergné e mantém alguém como Maldonado ocupando espaço na pista e no cockpit.

No Total Race, Luís Fernando Ramos, o Ico, comenta sobre a saída repentina de Marco Mattiacci do comando da Ferrari, dando lugar a Maurizio Arrivabene. E aproveita para fazer uma comparação da gestão atual da equipe com a de tempos atrás, quando o time italiano, graças à sua mentalidade tacanha, amargava um jejum de 21 anos sem fazer um piloto campeão.

Sobre a mudança na direção do time, Ico afirma: "a Ferrari quer alguém que vá defender os interesses da equipe em detrimento aos do esporte neste momento de conversa sobre a crise político-econômica do esporte."

Por enquanto é isso. Fiquem à vontade para comentar logo abaixo desse post, sugerir outros blogs que talvez eu ainda não conheça. Escrevam à vontade!

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

As imagens do GP de Abu Dhabi

Clique no link do álbum para ter acesso a quase 400 fotos do GP de Abu Dhabi, disponíveis na fanpage do Almanaque da Fórmula 1.

Force India apresenta: Info Wing

Dos testes coletivos que estão sendo realizados desde ontem em Abu Dhabi, a novidade ficou mesmo com o chamado Info Wing, ou "Info Asa", em bom português. Trata-se de um dispositivo composto de telas de LED, desenvolvido por Anthony Hamilton - pai do Lewis - e posicionado acima da entrada de ar, nas laterais das câmeras onboard. O objetivo é transmitir ao público informações como as três letras que identificam o sobrenome do piloto, sua posição na corrida, o pneu que está sendo usado e o número de pit stops.

© Hamilton Management Group

O dispositivo foi testado hoje pelo australiano Spike Goddard, no teste coletivo do qual participou hoje, pela Force India, a bordo do VJM07. A ideia é que, no que depender da FIA, o equipamento comece a ser usado na temporada de 2015. Outros protótipos também estão sendo desenvolvidos para categorias como DTM, Indy, NASCAR, kart e motos.

© Sutton Images

Ainda não encontrei nenhum vídeo mostrando o Info Wing em funcionamento. Por enquanto, fiquem com as fotos. De qualquer modo, não vejo muito sentido em seu uso. Na TV, acho desnecessário, pois já temos acesso a dados relevantes em todas transmissões para que se tenha compreensão do andamento da corrida. Ainda assim, serão feitos testes para saber se na telinha a coisa realmente funciona.

Nos autódromos, dependendo do ponto em que o torcedor estiver posicionado, talvez não seja tão fácil enxergar essas informações, principalmente durante o dia e com os carros em alta velocidade. E com telões espalhados por toda a pista, mostrando a transmissão oficial da FOM, talvez as pessoas não fiquem prestando muita atenção nisso. Tudo vai depender dos testes que serão feitos nos próximos meses.

E o que vocês acham? Será que a ideia vai vingar?

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Ciao, Marco Mattiacci!

Marco Mattiacci / © Getty Images
Sete meses de trabalho. Parece pouco, mas foi esse o tempo que durou a permanência de Marco Mattiacci na Fórmula 1, quando substituiu Stefano Domenicali no comando esportivo da Ferrari. A temporada de 2014 mal acabou e, às 10h da manhã de ontem, a equipe soltou o comunicado anunciando sua demissão. Em seu lugar, entra Maurizio Arrivabene, da área de marketing da Philip Morris, parceira de longa data da equipe italiana por meio da marca Marlboro.

Para os italianos, em 2014, o número 21 entrou em cena novamente. Até o ano 2000, foram necessários 21 anos para que Michael Schumacher acabasse com o jejum de títulos da equipe. E agora, 21 anos depois, pela primeira vez a Ferrari termina uma temporada sem vencer uma corrida.

Por conta disso, a atmosfera anda carregada nos arredores de Maranello. Em português bem claro: a casa caiu. E o desespero por resultados se traduziu ontem de manhã, com a degola de Mattiacci. Sua chegada ao novo ambiente, em abril, sempre foi vista com desconfiança. O motivo era a falta de intimidade com a Fórmula 1. Culpa dele? De forma alguma. Na Ferrari desde 2001, sua carreira foi toda voltada para a área de negócios, onde teve sucesso em mercados pouco explorados pela marca italiana no segmento de carros de rua, como China e Estados Unidos.

Em outras palavras, seu papel era, como se diz no mundo corporativo, "alavancar as vendas" (aliás, como são ridículos jargões desse tipo!). Ainda assim, isso não fazia de Mattiacci apenas "um vendedor de carros", como disse Galvão Bueno recentemente, em mais um arroubo de ignorância transmitido em rede nacional.

Por conta de seu pouco contato com o automobilismo esportivo, e em especial a Fórmula 1, acredito que sua indicação para o lugar de Domenicali tenha sido um dos últimos erros cometidos por Luca di Montezemolo. Mattiacci era visto com bons olhos pelo novo presidente, Sergio Marchionne, por conta de seus resultados no Oriente e na América do Norte. Justamente por isso é que sua saída repentina repercutiu mal e dá sinais de que a equipe quer mudanças internas significativas e resultados. A presença do vice-presidente, Piero Ferrari, em Abu Dhabi certamente não aconteceu por mero acaso.

Embora eu não enxergasse em Mattiacci alguém que fosse salvar a equipe dessa fase de sufoco, não imaginava que ele fosse durar tão pouco tempo em sua nova posição de comando. Fazendo uma análise bem superficial, vejo sua saída prematura como um tremendo equívoco, típica decisão de quem só pensa em resultados de curtíssimo prazo. Com a casa bagunçada - lembrando a Ferrari dos anos 80 e 90 - e um carro já nascido todo errado, não havia ninguém que pudesse virar o jogo rapidamente, na fase final do campeonato. Mattiacci merecia mais tempo na equipe.

Luca Marmorini
Quem acompanha atentamente os meandros da Fórmula 1 sabe que, nesse mundo tão particular, não existe milagre, e sim trabalho sério, de médio a longo prazo, sem abandonar o foco em resultados. Foi assim com Jean Todt no passado e, creio eu, deverá ser este o caminho a ser tomado por Arrivabene no futuro. Sair cortando cabeças no curto prazo não me parece ser a melhor opção, embora Mattiacci tenha feito uso do mesmo artifício. O ex-diretor de motores e eletrônica da equipe, Luca Marmorini, que o diga.

Não há jornalista ou fã no mundo que seja mais capaz do que esses caras para conduzir a gestão de uma equipe de Fórmula 1. Mas é que algumas coisas parecem ser tão óbvias que às vezes fica difícil não tecer opiniões sobre como elas poderiam ser feitas. Resta saber se em Maranello esse povo também pensa nisso, em coisas óbvias.

Hoje de manhã, o site da revista Autosport publicou uma reportagem sobre a verdadeira razão para a saída repentina de Mattiacci. Muito se falava sobre sua incapacidade de lidar com Fernando Alonso, o que acabou causando o término da relação do piloto espanhol com o time italiano. Tudo balela. Os verdadeiros motivos são outros. O que a Ferrari quer mesmo é garantir seu poder de influência política junto a Bernie Ecclestone. Para Sergio Marchionne, a pessoa mais indicada para atingir esse objetivo é Arrivabene, que é mais próximo de Ecclestone e sabe muito bem como o chefão da Fórmula 1 pensa e trabalha, algo que Mattiacci não conseguiu em sete meses no comando da equipe. Ainda assim, tirá-lo de campo tão cedo foi um equívoco.