segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Lotus Renault GP apresenta novo carro

Outra equipe que também mostrou ao mundo seu novo carro, batizado como R31, foi a Lotus Renault GP, usando a combinação de preto e dourado, famosa na época do patrocínio dos cigarros John Player Special.


Na mesma ocasião, Bruno Senna foi confirmado como terceiro piloto do time, posição que divide com o francês Romain Grosjean, de volta à equipe após a estreia desastrosa de 2009, quando substituiu Nelsinho Piquet. A equipe também conta com Fairuz Fauzy, Jan Charouz e Ho-Ping Tung como pilotos de testes.

Para 2011, a equipe não tem outro objetivo além de dar continuidade ao trabalho desenvolvido no ano passado, no intuito de andar sempre na frente e conseguir resultados ainda melhores. Ou seja, vitórias. Com os altos investimentos que a equipe vem recebendo desde que se associou ao grupo Genii Capital, tudo parece caminhar para isso, embora o dinheiro não seja o único fator determinante para quem quer vencer - e sobreviver - na Fórmula 1. O fiasco da Toyota é a maior prova disso.


Tanto Robert Kubica quanto Vitaly Petrov não escondem suas expectativas em relação a esta temporada. Enquanto Petrov tem como principal objetivo fazer bonito este ano, caso não queira ficar a pé em 2012, Kubica, mais experiente, demonstra ter os pés no chão ao falar do novo carro: "É difícil saber agora o quão competitivo nosso equipamento será, mas os engenheiros optaram por um design inovador, o que é bom."

Créditos das Fotos: Divulgação - Lotus Renault GP

Vida nova para a Sauber

No evento oficial de apresentação de seu novo carro, o C30, a Sauber mostrou que está em uma nova fase, bem diferente da penúria vivida em 2010, quando o dinheiro ficou contadinho, no limite, e o carro apresentou sérios problemas de confiabilidade logo nas primeiras provas da temporada.


O novo Sauber C30 traz uma nova esperança à equipe suíça

A realidade agora é outra, de estabilidade, graças a uma boa injeção de grana vinda do bilionário Carlos Slim, dono da Telmex. Com isso, não só a Telmex como também outras duas empresas do grupo - Claro e Telcel - vão estampar a carenagem do novo carro durante todo o campeonato. Passada a fase das vacas magras, Peter Sauber tem este ano outro objetivo: fazer a equipe marcar mais pontos e terminar bem posicionada no Mundial de Construtores.

Assim como a Lotus e a Ferrari, a Sauber também optou por um bico ligeiramente mais alto. Também chamam a atenção a parte traseira do carro, mais compacta do que o habitual, e a cobertura do motor, mais baixa. A equipe promete outras inovações aerodinâmicas para o GP do Bahrain, em março.


Os pilotos Kamui Kobayashi e Sergio Perez

Na pista, um das principais metas do time suíço é melhorar a aerodinâmica do carro, a aderência mecânica, o desempenho nas curvas mais lentas e tornar o acerto da suspensão mais flexível. Mesmo com um carro mais confiável nas mãos e mais dinheiro em caixa, a tarefa continua não sendo fácil, mas certamente as dificuldades serão bem mais amenas do que as do ano passado.

Créditos das Fotos: Divulgação - Sauber

As imagens do novo carro da Lotus

Conforme prometido, a Lotus apresentou hoje aos seus fãs as primeiras imagens de seu novo carro, que passará a se chamar T128, e não TL11, como tinha sido anunciado há alguns dias. O time inglês continuará usando a mesma combinação de verde e amarelo usada no ano passado, mas desta vez com um visual bem mais bonito. As imagens do T128 estão disponíveis na Team Lotus Notes, revista online que a equipe distribuirá aos fãs a cada etapa do campeonato.

Na primeira edição da revista, você poderá encontrar uma série de depoimentos de alguns dos integrantes da Lotus envolvidos na concepção do carro, contando um pouco sobre o que há por trás desse novo projeto. Há também uma entrevista com Phill Spencer, o homem por trás da Team Air Asia, a equipe que a Lotus montou para disputar o campeonato deste ano na GP2.


No ano passado, a Lotus lançou um concurso na internet pedindo para que os fãs criassem pinturas inspiradas com as cores preto e dourado, usadas pela equipe nos anos 70 e 80, nos tempos de Colin Chapman. Em uma atitude muito simpática, a equipe não só publicou o layout vencedor do concurso (criado pelo designer brasileiro Raphael Campos), como também os de alguns dos outros participantes.

Clique na imagem abaixo para baixar a primeira edição da revista.



Créditos das Fotos: Divulgação - Team Lotus

sábado, 29 de janeiro de 2011

Em Fiorano, o Ferrari F150 entra em ação

Tão logo apresentou seu novo carro, em Maranello, a Ferrari o levou ontem à pista de Fiorano para o primeiro shakedown do F150, com Fernando Alonso a bordo, no intuito de verificar se os componentes estão funcionando perfeitamente e também produzir material promocional. Hoje foi a vez de Felipe Massa ter seu primeiro contato com o novo carro. Nos vídeos abaixo, algumas imagens para você curtir, com o F150 em plena atividade.





Está faltando criatividade na Fórmula 1

Que os carros da Fórmula 1 atual são muito bonitos, não há a menor dúvida. Um ou outro pode não agradar alguns fãs mais radicais por conta de algum detalhe, mas isso hoje é a exceção, não a regra, pois a época dos carros estranhos, esquisitos ou realmente medonhos (e que também deixaram sua marca) acabou faz tempo. Porém, confesso que fico bastante decepcionado ao constatar que, a cada ano que passa, os carros de todas as equipes estão cada vez mais parecidos uns com os outros, mudando pouca coisa em relação ao modelo anterior.


Foi o que aconteceu ontem, quando vi as primeiras imagens do Ferrari F150, modelo que a equipe italiana usará na temporada deste ano. Obviamente, ele não é idêntico ao F10, mas as mudanças são tão mínimas que tornam-se quase que imperceptíveis à primeira vista, fazendo com que os lançamentos fiquem cada vez menos interessantes. O que sobra de tecnologia nesses carros está faltando no que diz respeito à inovação.

Observando atentamente as fotos do F150, é possível notar o bico ligeiramente mais alto e mais fino, além de pequenas alterações na tomada de ar sobre o motor. Na TV, são detalhes difíceis de serem notados, o que deixa ainda mais evidente a limitação radical existente hoje sobre a criatividade dos projetistas. Como consequência, as grandes mudanças, aquela inovação que salta aos olhos... essas têm deixado de existir a cada temporada, o que é uma pena.

No site www.ferrarif150.com, você poderá conferir todas as informações, vídeos e fotos sobre o Ferrari F150.

A festa da Copersucar em Jacarepaguá

Na temporada de 1978, o GP do Brasil trazia uma novidade: pela primeira vez, o Autódromo de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, estava sediando uma etapa da Fórmula 1, combinando o charme e a beleza naturais do Rio com o tradicional glamour da categoria.


Outra novidade foi a chegada da estreante Arrows, montada apenas dois meses antes, tendo desenvolvido e construído seu carro em apenas 53 dias. E para garantir a participação do time inglês na etapa brasileira, um patrocinador genuinamente brasileiro: Varig.


A pole position da prova ficou com o sueco Ronnie Peterson, da Lotus, o que foi uma surpresa, uma vez que seu novo carro ainda não estava pronto e a equipe ainda estava usando o chassi da temporada anterior. Mas nesse dia, a sorte estava ao lado do argentino Carlos Reutemann (Ferrari), que assumiu a ponta na primeira volta, ultrapassando de uma só vez não só Peterson, mas também seu companheiro de equipe, Mario Andretti, e James Hunt (McLaren).

E assim foi até a bandeirada final, com Reutemann cruzando a linha de chegada em primeiro. Foi sua segunda vitória correndo pela Ferrari e a primeira dos pneus Michelin na Fórmula 1. Mas quem fez a festa mesmo foi a torcida brasileira, com o segundo lugar de Emerson Fittipaldi, a bordo do Copersucar F5A. Um feito até então inimaginável para um público tão cético em relação à equipe.


Largando em sétimo no grid, Emerson ganhou duas posições ainda na primeira volta, ultrapassando Patrick Tambay (McLaren) e Gilles Villeneuve (Ferrari). A partir daí, apresentou um bom ritmo durante toda a corrida, sempre andando entre os seis primeiros colocados, até conquistar a terceira posição na 12ª volta. Depois, bastou a Emerson continuar administrando seu ritmo até a 57ª volta, quando assumiu o segundo lugar de Andretti - garantindo assim o primeiro e único pódio da equipe - e ali ficou até receber a bandeira quadriculada. Foi um momento inesquecível.


Aproveite para conferir no vídeo abaixo um passeio a bordo da Tyrrell 008 de Patrick Depailler e um pouco do que aconteceu nesse grande dia. Em seguida, trechos de depoimentos de Emerson e Wilsinho Fittipaldi à TV Tupi logo após a corrida. Não deixe também de postar aqui seus comentários sobre este post, com críticas e sugestões. Sua opinião é muito importante.




Crédito das Imagens: Rainer Nyberg (Copersucar), 8W (Arrows) e Carlos Martins Ribeiro Júnior (ingresso GP do Brasil).

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

No dia 31, conheça o novo carro da Lotus

Na próxima segunda-feira, dia 31, às 5h locais (3h no horário de Brasília), a Lotus (a do Tony Fernandes, não essa que se associou à Renault) mostrará as primeiras imagens do Lotus TL11, o carro que será usado pelo time nesta temporada.


Os fãs terão acesso a essas imagens em primeira mão. Para isso, basta fazer um cadastro no site da equipe, informando seu nome e e-mail para contato. É rápido, indolor e não custa nada.

De quebra, cada pessoa cadastrada terá acesso à Team Lotus Notes, a revista online exclusiva que a equipe irá publicar a cada etapa do campeonato, seguindo um modelo já consagrado pela Red Bull com a famosa Red Bulletin.

A primeira pole position de James Hunt

Antes de a temporada de 1976 começar, a Fórmula 1 rendeu notícias que mexeram bastante com o noticiário esportivo da época. Mas nada foi tão surpreendente quanto Emerson Fittipaldi anunciando sua saída da McLaren. Aos 30 anos, o bicampeão resolvera juntar-se a seu irmão, Wilsinho, apostando todas as suas fichas na pequena Copersucar, correndo lado de outro brasileiro, o estreante Ingo Hoffmann.

Menos surpreendente foi a chegada da francesa Ligier, fundada pelo ex-piloto Guy Ligier, que aproveitou boa parte dos funcionários e dos motores da Matra para realizar o sonho de se tornar chefe de equipe. No cockpit, estava o compatriota Jacques Laffite.

O GP do Brasil abria pela primeira vez o calendário da Fórmula 1. Nos treinos de classificação, depois de uma briga intensa, a pole ficou com o inglês James Hunt, substituto de Emerson na McLaren, com o tempo de 2min32s50 - apenas dois centésimos de segundo à frente do austríaco Niki Lauda, da Ferrari. No boxe da Copersucar, o clima era só alegria com o quinto lugar de Emerson. Foi a melhor posição de largada do time em toda a sua história na categoria.

No dia da prova, uma novidade: a tradicional bandeirada de largada havia sido substituída pelo sistema de luzes semelhante ao que é usado até hoje. Luz verde acesa e Clay Regazzoni (Ferrari) saiu na frente, deixando para trás Lauda, Hunt, Vittorio Brambilla (March), Jean-Pierre Jarier (Shadow), Jochen Mass (McLaren), Emerson e John Watson (Penske).

A alegria de Regazzoni durou até a nona volta, com a ultrapassagem de Lauda sobre o piloto suíço. Nas 17 voltas seguintes, a ordem dos quatro primeiros permaneceu inalterada, com Lauda em primeiro, seguido por Hunt, Jarier e Patrick Depailler (Tyrrell).

A partir da 27ª volta, as disputas ficaram concentradas da segunda posição para trás, pois Lauda só precisou administrar sua liderança até cruzar a linha em primeiro, seguido por Depailler em segundo e Tom Pryce (Shadow) em terceiro. Pryce, aliás, conquistou em Interlagos seu segundo e último pódio na Fórmula 1. Hans-Joachim Stuck (March) foi o quarto colocado, seguido por Jody Scheckter (Tyrrell) e Mass.


Depailler, Lauda e Pryce comemoram no pódio de Interlagos

Aproveite para curtir no vídeo abaixo um resumo do que aconteceu nessa corrida e não deixe de postar aqui seus comentários.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Túnel do tempo: GP da Argentina de 1979

O GP da Argentina de 1979 foi disputado há exatos 32 anos, terminando com uma bela vitória do francês Jacques Laffite, correndo pela Ligier, após tomar a liderança de seu companheiro de equipe, Patrick Depailler, na décima volta. Foi uma baita surpresa para quem esperava uma continuação do sucesso da Lotus na temporada anterior.


Foi a segunda vitória da carreira de Laffite na Fórmula 1 e também a segunda da Ligier, que naquele ano decidiu trocar os motores Matra pelos propulsores Ford-Cosworth. A equipe tinha também um novo chassi, o JS11, projetado por Gerard Ducarouge, o que acabou se mostrando um excelente casamento, visto que, ao final da temporada, a equipe terminou em terceiro no Mundial de Construtores - seu melhor resultado até então.

Nesse mesmo dia, Elio de Angelis e Jan Lammers, ambos da Shadow, faziam sua estreia na categoria. De Angelis terminou a prova em sétimo, enquanto Lammers abandonou faltando 11 voltas para o final, com problemas na transmissão.



Crédito da Foto: LAT Photographic

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Fórmula 1 em traje de gala

A Lotus Renault GP apresentou ontem, durante a feira Autosport International Show, em Birmingham, na Inglaterra, o layout que usará em seus carros na temporada deste ano (clique na foto para ampliá-la). A equipe aplicou a nova pintura sobre o R30, modelo usado no ano passado, pois novo carro - R31 - só será apresentado no próximo dia 31, em Valência, na Espanha. Como já era esperado, a equipe vai usar a combinação de preto com dourado, cores com as quais ficou famosa entre o final os anos 70 e 80.


Ficou bonito, não? Confesso que acho muito bacana quando uma equipe resolve fugir das cores mais usadas nos últimos anos (branco, azul e vermelho) e opta por algo diferente, aumentando ainda mais o colorido do grid. Não foi à toa que, em 1994, simpatizei logo de cara com a Simtek e a Pacific, que estreavam naquele ano usando cores que, até então, eu nunca tinha visto na Fórmula 1: roxo e prata, respectivamente.


* Créditos das Fotos:
Lotus Renault GP, F1-Photo.com (Simtek / Roland Ratzenberger) e LAT Photographic (Pacific / Bertrand Gachot)

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Autosport: o que esperar da Fórmula 1?

Esta semana, a Autosport traz uma reportagem interessante sobre o que podemos esperar da Fórmula 1 nos próximos anos como resultado dos cortes de custos impostos pela FIA. Cortes estes que, no ano passado, foram responsáveis por um aumento significativo no grid, com a chegada de três novas equipes à categoria: Lotus, Virgin e Hispania. Das três, a Virgin é a que vem chamando mais atenção pela forma como é administrada, fugindo dos padrões habituais da categoria.

Imagine o seguinte: quando você pensa nos requisitos que uma equipe hoje precisa ter para entrar na Fórmula 1, o que vem à sua mente? Fábricas suntuosas, modernas instalações e orçamentos nababescos para aguentar o tranco de uma categoria extremamente competitiva, certo? Pois a Virgin segue justamente na direção contrária desse moleo. É que tudo lá funciona em menor escala, com orçamentos modestos e operações descentralizadas. Enquanto os carros da equipe inglesa são projetados e construídos em Bicester (sem o uso de túnel de vento, dando lugar ao CFD - Dinâmica de Fluidos Computacional), em parceria com a Wirth Research, o departamento comercial está localizado em Londres.

Aparentemente, este é um modelo ideal para uma empresa que queira sobreviver apenas como uma equipe de competições, como é o caso da Williams, contrastando com a realidade atual de times como Ferrari, Red Bull e McLaren, todas com negócios diversificados. E no mundo globalmente conectado que conhecemos hoje, graças às novas tecnologias, o fator distância deixa de ser um problema e a Virgin vem tirando isso isso de letra.

Particularmente, este modelo de negócios muito me agrada, apesar de não ser o ideal para qualquer equipe que queira ser competitiva no médio prazo, como aconteceu com a Red Bull. Embora a Fórmula 1 sempre tenha sido a representação do que há de mais moderno no automobilismo esportivo, o excesso de gastos, o luxo e a ostentação sempre me incomodaram bastante. Será o modelo de gestão da Virgin um possível caminho que faça com que a Fórmula 1 deixe de ser um sonho e vire realidade para as equipes de categorias menores? Só o futuro dirá.

Muito bacana também a bela homenagem feita ao gênio Derek Gardner, que morreu na semana passada, e foi o criador de um dos carros mais revolucionários da história da Fórmula 1, o Tyrrell P34, o famoso carro de seis rodas. E na seção Race of My Life, um depoimento do saudoso Michele Alboreto sobre o GP da Alemanha de 1985, em Nürburgring, quando venceu pela última vez na Fórmula 1.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Autosport: Schumacher voltará a vencer?

A Autosport já começou o ano estampando em sua capa um tema que, para muitos fãs da Fórmula 1, certamente ainda gera dúvidas. Michael Schumacher estará em condições de voltar a vencer caso tenha um carro competitivo em 2011? O renomado jornalista Mark Hughes acha que sim, mas foi atrás de Ross Brawn para saber quais são suas expectativas em relação ao desempenho da Mercedes e de seus pilotos nesta temporada.

É nítido, porém, que Brawn esteja apostando boa parte de suas fichas em Nico Rosberg, a ponto de declarar que ele poderá um dia se tornar campeão mundial caso a Mercedes lhe dê um carro em condições de andar na frente e vencer. Vindo de alguém como Brawn, um comentário desses não é pouca coisa e merece atenção.

De fato, Rosberg está em sua melhor fase na carreira até agora. Vale lembrar que, entre todos os companheiros de equipe que Schumacher teve na Fórmula 1, Nico foi o primeiro a conseguir superá-lo durante um campeonato. Embora já tenha cinco temporadas completas nas costas sem nenhuma vitória, acredito que, se a Mercedes fizer sua parte, Rosberg estará muito perto de brigar pelo título em um futuro próximo. Mas não em 2011.

Na entrevista que concedeu à revista, Rosberg se mostra bastante confiante em seu potencial, deixando claro que seu futuro agora só depende do equipamento que terá em suas mãos este ano. "Para mim, é importante que eu tenha um bom carro nesta temporada e seja capaz de vencer", diz o jovem alemão.