segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Os vencedores do último desafio McLaren

E chega ao fim o último desafio do Almanaque da Fórmula 1, dessa vez premiando em dose dupla os autores que melhor completassem a frase "Para mim, Fórmula 1 é...". São eles:

Diego Vilas Boas Teixeira: "Para mim, Fórmula 1 é gasolina no sangue e velocidade à flor da pele."

Gustavo Oliveira: "Para mim, Fórmula 1 é pura adrenalina, pois é mais rápida que a razão, ultrapassando os limites da emoção."

O Diego foi premiado com uma jaqueta e uma camiseta oficiais da McLaren, enquanto o Gustavo receberá em sua casa uma linda mochila.




Parabéns aos dois e obrigado aos leitores que acompanharam e participaram de todos os desafios. Ficarei na torcida para que em 2011 eu tenha outra oportunidade de proporcionar esta diversão a vocês. Até a próxima, pessoal! :-)

* Todos os prêmios estão sendo gentilmente cedidos pela Beyond Marketing e Consultoria, que ficará responsável pelo envio a cada um dos vencedores, respeitando o prazo legal de até 180 dias.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Preparados para o último desafio?

Chegou a hora de disputar os últimos prêmios oficiais da McLaren em mais um desafio lançado pelo Almanaque da Fórmula 1. Dessa vez, não lançarei nenhuma pergunta, mas vou exigir um pouquinho da criatividade de cada um de vocês.

Para participar, envie um e-mail, informando seu nome completo, para almanaquedaf1@gmail.com, completando a seguinte frase:

"Para mim, Fórmula 1 é..."

Vou escolher as duas frases mais criativas (repito: frases, e não poemas, poesias, coisas do gênero). Uma delas dará ao autor uma jaqueta e uma camiseta oficiais da McLaren, enquanto a outra valerá uma linda mochila. A escolha dos brindes será feita por sorteio entre os dois autores das frases vencedoras.



O desafio está aberto apenas aos participantes residentes no Brasil e os e-mails deverão ser enviados até as 23h59 do próximo domingo, dia 21 de novembro. O resultado será divulgado aqui no blog, no Twitter e no Facebook na próxima segunda-feira, dia 22.

Boa sorte!

* Todos os prêmios estão sendo gentilmente cedidos pela Beyond Marketing e Consultoria, que ficará responsável pelo envio a cada um dos vencedores, respeitando o prazo legal de até 180 dias.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Grandes disputas até a última etapa

O quinto desafio do Almanaque da Fórmula 1 exigiu um pouco mais dos participantes, que tiveram de pesquisar bastante para descobrir a resposta para a seguinte pergunta:

Quantas vezes na Fórmula 1 o Mundial de Pilotos foi decidido na última etapa do campeonato, contando com a temporada de 2010?

Pois foram 26 vezes que isso aconteceu, contando com a decisão de ontem, no GP de Abu Dhabi. Confira no site Grand Prix Guide lista das temporadas decididas na última corrida, seus respectivos candidatos ao título e os campeões.

E o vencedor, escolhido por sorteio no site Random.Org, é o Jorge Manuel Lage Fernandes, que receberá em casa um boné e um chaveiro oficiais da McLaren!

Prêmios - Desafio McLaren

Parabéns ao Jorge e a todos os participantes que acertaram a resposta. E continue ligado aqui no Almanaque e também no Twitter e no Facebook. Ainda esta semana, teremos mais dois desafios!

* Todos os prêmios estão sendo gentilmente cedidos pela Beyond Marketing e Consultoria, que ficará responsável pelo envio a cada um dos vencedores, respeitando o prazo legal de até 180 dias.

domingo, 14 de novembro de 2010

Saiu o ganhador do segundo capacete!

Com o feriadão rolando, o quarto desafio do Almanaque da Fórmula 1 contou com apenas sete participantes, que não perderam a chance de concorrer a uma réplica de capacete como os da foto abaixo.


Para concorrer a este prêmio tão bacana, bastava responder corretamente à seguinte pergunta:

Que substância química os engenheiros usam para medir o nível de desgaste das peças metálicas do motor de um carro de Fórmula 1 depois de uma corrida?

Pois acertou quem respondeu que é o óleo, que os engenheiros analisam para verificar a quantidade de partículas metálicas presentes e, a partir daí, ter uma noção exata do nível de desgaste das peças. E o vencedor do desafio, escolhido por sorteio no site Random.Org, é o Gustavo Sarmento!

Parabéns ao Gustavo e a todos os participantes, que responderam corretamente a pergunta. Se você não teve sorte agora, não desanime, pois virão outros desafios até o final desta semana. Continue ligado aqui no Almanaque e também me acompanhando no Twitter e no Facebook.

Aproveite também para garantir sua participação no Desafio dos 15 Segundos do Tech 1 Grande Prêmio Lenovo. Você estará concorrendo a um notebook Lenovo Ideapad Z360 e a uma viagem com tudo pago para a Inglaterra, com direito a conhecer o circuito de Silverstone.

* Todos os prêmios estão sendo gentilmente cedidos pela Beyond Marketing e Consultoria, que ficará responsável pelo envio a cada um dos vencedores, respeitando o prazo legal de até 180 dias.

Em Abu Dhabi, um pódio só de campeões

Encerrada a temporada de 2010 da Fórmula 1, podemos dizer que o título está em boas mãos. Sebastian Vettel mereceu essa conquista. E no Bolão do GP de Abu Dhabi, apenas cinco pilotos foram indicados para subir ao pódio no circuito de Yas Marina: as duplas da Red Bull e da McLaren e o espanhol Fernando Alonso.

Sebastian Vettel

Vettel foi quem recebeu o maior número de indicações, com um total de 22, seguido por Alonso (20), Mark Webber (17), Lewis Hamilton (13) e Jenson Button (3). Com a aposta em Button, do total de 25 participantes, apenas três ainda teriam alguma chance de concorrer aos prêmios no decorrer da prova. Mas com Alonso andando lá atrás, sem nenhuma chance, apenas uma pessoa acertou os nomes dos três pilotos que subiram ao pódio.

Sendo assim, quem venceu o Bolão GP de Abu Dhabi foi a Silvia Cristina Arouche. Ela vai receber em casa uma linda mochila e uma garrafa oficiais da McLaren. Parabéns, Silvia!!!

Prêmios - Bolão GP de Abu Dhabi

Se você não teve sorte dessa vez, fique ligado aqui no Twitter e no Facebook, pois no decorrer desta semana virão outros desafios.

Enquanto isso, aproveite para participar do Desafio dos 15 Segundos no site Tech 1 Grande Prêmio Lenovo. Você concorre a uma viagem à Inglaterra, com tudo pago, incluindo uma visita ao circuito de Silverstone, palco da primeira corrida de Fórmula 1, disputada em 1950.

* Todos os prêmios estão sendo gentilmente cedidos pela Beyond Marketing e Consultoria, que ficará responsável pelo envio a cada um dos vencedores, respeitando o prazo legal de até 180 dias.

* Crédito da Foto (Sebastian Vettel):LAT Photographic

sábado, 13 de novembro de 2010

Quer concorrer a mais prêmios?

Chegou a hora de mais um desafio do Almanaque da Fórmula 1, agora valendo um um boné e um chaveiro oficial da McLaren. Mas dessa vez, vou dar um pouco mais de trabalho aos meus leitores, que terão de pesquisar bastante para responder corretamente à seguinte pergunta:

Quantas vezes na Fórmula 1 o Mundial de Pilotos foi decidido na última etapa do campeonato, contando com a temporada de 2010?

Prêmios - Desafio McLaren

Para concorrer aos prêmios, envie um e-mail, informando seu nome completo, para almanaquedaf1@gmail.com, até a meia-noite deste domingo, dia 14 de novembro. O resultado será divulgado aqui no blog, no Twitter e no Facebook na próxima segunda-feira, dia 15.

O desafio está aberto apenas aos participantes residentes no Brasil e o vencedor será definido por sorteio entre todos os que enviarem a resposta correta. Participe! E boa sorte!

* Todos os prêmios estão sendo gentilmente cedidos pela Beyond Marketing e Consultoria, que ficará responsável pelo envio a cada um dos vencedores, respeitando o prazo legal de até 180 dias.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Participe do Bolão GP de Abu Dhabi!

Se da outra vez você não conseguiu, chegou a hora de concorrer novamente a uma linda mochila multifuncional com reservatório interno de água com capacidade de 1 litro e bolso à prova d'água. Ela tem ainda uma capa impermeável na cor vermelha Rocket Red da McLaren, removível, para você poder enfrentar o mau tempo. Inclui tubo para beber, acoplado ao reservatório de água. Para acompanhar, uma garrafa em aço inox com capacidade de 750 ml, tampa de rosca e mosquetão.

Prêmios - Bolão GP de Abu Dhabi

Para participar, envie um e-mail (informando seu nome completo) para almanaquedaf1@gmail.com, dizendo quem serão os três pilotos que subirão ao pódio no próximo domingo, no circuito de Yas Marina, onde será disputado o Grande Prêmio de Abu Dhabi.

Não importa a ordem de chegada. Quem acertar os nomes dos três pilotos estará concorrendo ao prêmio, independentemente da posição após a bandeirada final. Mas atenção: os palpites deverão ser enviados até as 10h (horário de Brasília) do próximo domingo, dia 14. E caso você tenha enviado um palpite antes do treino de classificação, no sábado, será permitido alterá-lo após a definição do grid. Nesse caso, ficará valendo o mais recente.

O desafio está aberto apenas aos participantes residentes no Brasil e o vencedor será definido por sorteio. O resultado será divulgado aqui no blog, no Twitter e no Facebook após a corrida.

* Todos os prêmios estão sendo gentilmente cedidos pela Beyond Marketing e Consultoria, que ficará responsável pelo envio a cada um dos vencedores, respeitando o prazo legal de até 180 dias.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Pronto para mais um desafio?

Começa, a partir de agora, o quarto desafio do Almanaque da Fórmula 1 e o prêmio é outra réplica do capacete de um dos pilotos da equipe McLaren, em escala 1:2 (metade do tamanho de um original, com altura aproximada de 12,5 cm), igual ao que eles estão usando nesta temporada, como esse da foto abaixo. Lindão, né? :-D

Capacete - Lewis Hamilton

Para concorrer ao prêmio, basta enviar um e-mail, informando seu nome completo, para almanaquedaf1@gmail.com, respondendo à seguinte pergunta:

Que substância química os engenheiros usam para medir o nível de desgaste das peças metálicas do motor de um carro de Fórmula 1 depois de uma corrida?

Para descobrir a resposta, acesse o site Tech 1 Grande Prêmio Lenovo. Mas atenção: não vale copiar o texto do site. Tem que ser sua própria resposta, baseada no que você entendeu do conteúdo que encontrou por lá.

Aproveite também para garantir sua participação no Desafio dos 15 Segundos. Você estará concorrendo a um notebook Lenovo Ideapad Z360 e a uma viagem com tudo pago para a Inglaterra, com direito a conhecer o circuito de Silverstone.

O desafio está aberto apenas aos participantes residentes no Brasil e o vencedor será definido por sorteio entre todos os que enviarem a resposta correta até a meia-noite do próximo sábado, dia 13 de novembro. O resultado será divulgado aqui no blog, no Twitter e no Facebook no dia 14, logo após o GP de Abu Dhabi.

* Todos os prêmios estão sendo gentilmente cedidos pela Beyond Marketing e Consultoria, que ficará responsável pelo envio a cada um dos vencedores, respeitando o prazo legal de até 180 dias.

Ele foi o melhor piloto que já existiu

Cartaz - SennaA frase que dá título a este post é do tricampeão austríaco Niki Lauda e retrata o que é quase uma opinião geral sobre Ayrton Senna, um dos maiores gênios que o mundo da Fórmula 1 já teve em seus 60 anos de história. Ela estampa o cartaz de divulgação do filme Senna, que estreia amanhã em mais de 120 salas em todo o Brasil.

Convidado para uma sessão exclusiva na semana passada, somente para jornalistas, fui conferir de perto aquele que tem sido o filme mais comentado na última semana. Pelo menos aqui no Brasil. Para quem sempre acompanhou o trabalho de profissionais que cobrem o automobilismo há anos, confesso que foi muito bacana estar na plateia ao lado de nomes que sempre admirei, como Jonathan Noble, Edd Straw, Maurice Hamilton, Tony Dodgins, entre outros. O mais interessante foi notar que a grande maioria era formada por veteranos com 20 ou 30 anos de carreira, em total contraste com a realidade de muitos colegas aqui no Brasil.

A vida de um gênio

O filme, na verdade, é um documentário sobre a vida de Ayrton, cuja história é contada por ele mesmo, por meio de depoimentos gravados em coletivas de imprensa, entrevistas individuais ou durante as transmissões das corridas, pontuados com testemunhos de jornalistas que acompanharam sua trajetória, entre eles Reginaldo Leme. Tudo isso garimpado em mais de cinco mil horas de imagens de arquivo, muitas delas integrantes do acervo oficial da Fórmula 1, às quais o diretor britânico Asif Kapadia teve total acesso.



O material é valioso e mescla passagens conhecidas do público em geral com um lado pouco conhecido pelos admiradores de ocasião, a quem grande parte do filme é dirigido, pois seu objetivo é bem claro: retratar Ayrton unicamente como o vencedor que realmente foi. Entre algumas das cenas mostradas, estão algumas reuniões de bastidores com pilotos e dirigentes, momentos dramáticos vividos nas pistas e os encontros com a família.

Do kart à Fórmula 1

A narrativa tem início na época em que Ayrton corria de kart, ignorando o tempo em que competiu na Fórmula Ford e na Fórmula 3 Inglesa, passando direto para a estreia na Fórmula 1, em 1984, quando competiu pela Toleman. Há também breves momentos de sua passagem pela Lotus - com a qual conquistou sua primeira vitória na categoria, em 1985 -, encerrando com o desfecho trágico no GP de San Marino de 1994, que também tirou a vida do austríaco Roland Ratzenberger.

O clímax está concentrado nos anos em que Ayrton competiu pela McLaren, onde conquistou seus três títulos e travou duelos memoráveis com seu maior rival, Alain Prost, além da guerra política com o ex-presidente da FIA, Jean-Marie Balestre. Embora muita coisa tenha sido deixada de lado - como a rivalidade entre Senna e Nélson Piquet, mais explícita fora do que dentro das pistas -, é possível ter uma noção real do quanto é dura a vida no automobilismo.


O filme deixa um pouco a desejar ao não mostrar claramente a reconciliação entre Senna e Prost, quase seis meses antes do acidente fatal, deixando para os mais distraídos a impressão de que o francês sempre foi um vilão. Outros detalhes da vida de Senna também foram deixados de lado, o que é compreensível, visto que o filme foi produzido para agradar aos fãs menos exigentes, que sempre viram Senna como um heroi.

Para os que conhecem bem a Fórmula 1 e a trajetória de Senna, será fácil perceber que outros momentos da vida do tricampeão não foram incluídos no filme, o que poderá desagradar a alguns. Mas como o próprio diretor declarou na coletiva de imprensa realizada após a exibição, muita coisa precisou ser cortada de todo o acervo pesquisado. Mas dá para entender. Um filme com 100 minutos de duração é pouco para mostrar a vida de alguém como Ayrton.

Tecnicamente, muitas cenas, gravadas para a TV com a tecnologia que existia na época, não funcionam bem no cinema. o que às vezes compromete a qualidade final. Nem isso, porém, foi o suficiente para desvalorizar a obra. Enfim, assista, curta e se emocione. Vale muito a pena.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Michael Coulthard ou David Schumacher?

O terceiro desafio do Almanaque da Fórmula 1 teve participação recorde dos leitores, com 37 fãs ansiosos para ganhar uma camiseta e uma garrafa oficiais da McLaren, como na foto abaixo. Dessa vez, a pergunta foi bem fácil, o que aumentou as chances de todo mundo concorrer aos prêmios.


A pergunta era: A quem Michael Schumacher precisou emprestar seu capacete e em que ano e Grande Prêmio isso aconteceu?.

Quem acompanhou o GP de Mônaco de 1996 deve se lembrar que, antes da largada, o escocês David Coulthard teve um problema de embaçamento na viseira de seu capacete e, para poder disputar a prova, teve que pedir um emprestado ao Schumacher, uma vez que ambos tinham o mesmo patrocinador: a Marlboro.

David Coulthard - Mônaco 1996

E o vencedor, escolhido por sorteio no site Random.Org, é o leitor Marcelo Guido de Oliveira Guimarães, que receberá em casa uma camiseta e uma garrafa oficiais da Vodafone McLaren Mercedes!

Parabéns ao Marcelo e a todos os participantes que acertaram a resposta. Se dessa vez você não teve a mesma sorte, continue ligado aqui no Almanaque e também me acompanhando no Twitter e no Facebook. Ainda esta semana virão novos desafios!

* Todos os prêmios estão sendo gentilmente cedidos pela Beyond Marketing e Consultoria, que ficará responsável pelo envio a cada um dos vencedores, respeitando o prazo legal de até 180 dias.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Senna nos cinemas. Vamos assistir juntos?

Cartas - SennaNa próxima sexta-feira, dia 12, estreia nos cinemas brasileiros o tão esperado documentário Senna, que tive a honra de conferir na semana passada, em uma sessão exclusiva para jornalistas aqui em São Paulo. Para todo fã de Fórmula 1 que se preze, é um prato cheio para quem curte automobilismo, que fica ainda mais emocionante na telona de um cinema.

Como pretendo assistir ao filme mais uma vez, gostaria de organizar um encontro entre os leitores do Almanaque da Fórmula 1 no próximo sábado, dia 13 de novembro, para assistirmos todos juntos.

Portanto, se você mora em São Paulo ou estará aqui no próximo fim de semana e pretende conferir de perto esta linda homenagem a Ayrton Senna, entre em contato comigo pelo e-mail almanaquedaf1@gmail.com, se possível informando também seu telefone para contato.

Pretendo reunir os nomes dos interessados até sexta-feira, quando farei os contatos por e-mail para definir um horário e um local que sejam viáveis para todo mundo. Espero que dê certo. :-)

Entrevista: Bertrand Gachot

Na história da Fórmula 1, existem pilotos que, embora não tenham sido vencedores na categoria máxima do automobilismo mundial, sempre tiveram seus nomes gravados na memória dos fãs, pelos mais diversos motivos.

Alguns casos são hilários, como aconteceu com o chileno Eliseo Salazar, que em 1982 levou uns sopapos de Nélson Piquet. Outros, são lembrados por momentos dramáticos, como o italiano Siegfried Stohr, que entrou em desespero diante das câmeras, após perceber que tinha atropelado um mecânico de sua própria equipe na largada do GP da Bélgica, em 1981. E o que dizer de Eddie Irvine, que estreou arrepiando no Japão, em 1993, dando um chega pra lá em Ayrton Senna?

Pois com o ex-piloto Bertrand Jean Louis Gachot foi exatamente assim. Depois de passar maus bocados na Onyx e na Coloni em seus primeiros anos na Fórmula 1, ele tinha tudo para ver sua carreira engrenar ao assinar com a Jordan, em 1991. Quis o destino que as coisas não fossem assim quando, na metade daquela temporada, uma briga de trânsito o levou à prisão e, consequentemente, o transformou em co-responsável pela estreia antecipada de Michael Schumacher na categoria.

Sobre o piloto alemão, não há mais nada a dizer. A história está aí para mostrar. Sobre Gachot, vocês verão a seguir um depoimento sincero sobre sua vida, sua carreira, os dias na prisão e tudo o que ele aprendeu durante esse período.

Afastado das pistas desde 1997, Gachot dedica-se atualmente ao comando de sua empresa, a Hype Energy, uma das principais marcas de bebidas energéticas da Europa. Hoje, aos 47 anos, uma das coisas que Gachot mais gosta de fazer quando não está trabalhando é velejar, aproveitando os momentos de lazer com a esposa, Amanda, e os filhos Louis (11 anos), Grace (9) e Lucia (6).

Tudo isso você confere agora, nesta entrevista exclusiva que ele concedeu ao Almanaque da Fórmula 1.

Creio que você seja o único piloto com tripla nacionalidade na história da Fórmula 1. Você começou representando Luxemburgo, onde nasceu, e então usou a cidadania belga e, por último, correu como francês. Por quê?

Embora eu tenha nacionalidade francesa, nasci em Luxemburgo, sendo filho de mãe alemã e pai francês, e estudei na Bélgica. Para mim, a nacionalidade não é importante, é apenas um documento. Jamais vou apoiar uma equipe ou um esportista apenas por ter a mesma nacionalidade que a minha, mas respeito casos expecionais, como acontece em relação ao Ayrton.

Como surgiu seu interesse pelo automobilismo?

Pelo que eu me lembro, sempre gostei do esporte a motor e meu sonho sempre foi pilotar carros. Ninguém na minha família era envolvido com carros ou qualquer outro esporte. Então, certamente fui a ovelha negra.

Em 1977, quando você começou a correr de kart, quem eram seus herois daquela época?

Eu não tinha muito conhecimento sobre a Fórmula 1 até então. Só tinha visto uma corrida, vencida pelo Emerson. Eu amava a velocidade e a potência desses carros, mas não tinha certeza se possuía as mesmas habilidades daqueles pilotos. Sabia que tinha coragem para correr, mas daí a me tornar um piloto profissional e chegar à Fórmula 1 não passava de um sonho.


Na Onyx, a estreia na Fórmula 1, sonho que virou realidade em 1989.

Como seus pais reagiram quando souberam você tinha abandonado a universidade para correr na Fórmula Ford 1600, em 1984?

Eles ficaram muito preocupados e tentaram de tudo para que eu parasse de correr. Para citar como exemplo, eles iam me dar um belo carro esportivo só para que eu continuasse estudando e largasse com as corridas. Mas eu nunca iria aceitar e eles sabiam disso. :-)

Jean-Pierre van RossemEm 1989, quando o sonho de correr na Fórmula 1 tornou-se realidade, você assinou com a Onyx, tendo a ajuda do Jean-Pierre van Rossem, mas foi demitido da equipe antes mesmo do final da temporada. O que aconteceu de fato?

O Van Rossem simplesmente ficou sem dinheiro. O Keke Rosberg tinha prometido uma boa grana caso ele desse um carro ao J.J. Lehto, de quem o Rosberg era empresário. Daí, ele tratou de arrumar um jeito de o Lehto guiar o carro. E eu tinha concordado em deixar a equipe sem dizer nada, pois o Van Rossem me daria metade da grana. Com esse dinheiro, eu poderia correr pela Arrows, o que era muito mais emocionante do que continuar na Onyx. Mas os problemas começaram quando o Rosberg deu o calote na equipe.

Quando você foi preso em Londres, em 1991, a imprensa divulgou o caso apenas como o resultado de uma briga de trânsito, sem entrar em detalhes. O que aconteceu exatamente naquele dia entre você e o Eric Court? Por que você usou gás lacrimogêneo nele?

Eu estava junto com o Eddie Jordan, indo para uma reunião com a diretoria da Pepsi. No caminho, tive esse esse incidente com o motorista de táxi. Ele saiu do carro dizendo que ia me matar e me segurou pela gravata. Eu não queria briga, mas aí usei o gás para me defender. O resto é a história que todos nós já conhecemos. Nove meses depois, tive que ir ao tribunal, onde o juiz entendeu que eu usei muita força ao me defender e me condenou à prisão, aplicando uma pena que nunca tinha sido dada antes a alguém por uso de gás lacrimogêneo. Ninguém podia acreditar naquela sentença, mas tive que ficar dois meses preso até virem com um recurso para me soltar. Depois disso, tive um encontro com o embaixador da Inglaterra, que me pediu desculpas, em nome do povo britânico, por essa piada em forma de justiça. E estando livre, fui disputar a corrida seguinte, na Austrália.


Nota da revista Veja publicada na época da condenação de Gachot.

O que passou pela sua cabeça quando você ouviu a sentença e percebeu que iria para a cadeia, incluindo um período na Penitenciária de Brixton, considerada uma das mais severas da Inglaterra?

Eu não tinha a menor ideia do que isso significava, tanto que já tinha agendado um teste em Imola para depois da audiência. Antes disso, tinha pedido o conselho de três advogados, que me disseram que o máximo que eu pegaria seria uma pena menor, mas que eu poderia ser multado pelo uso do gás, que era proibido na Inglaterra. Mas na prisão, a primeira noite foi muito emocionante. Eu tinha a certeza de que no dia seguinte estaria solto.

Como sua família e seus amigos reagiram à má notícia?

Eles foram fantásticos. Meu pai assumiu o controle e por isso sou grato por tudo o que ele fez. Os embaixadores da França e da Inglaterra também foram fantásticos. Todos os meus amigos se mobilizaram para me ajudar. Também recebi cerca de dez mil cartas durante meu tempo na prisão, o que me deu uma força tremenda.

Em uma entrevista que você concedeu ao jornalista Joe Saward, em 1991, você disse ter descoberto coisas que nunca acreditou serem possíveis em uma prisão. Como eram seus dias lá?

A prisão era um mundo sobre o qual eu não tinha a menor ideia. Foi uma experiência muito interessante, sob o ponto de vista humano, e encontrei pessoas muito boas lá. Nem todas eram más, mas eu vi coisas lá muito tristes, em que as pessoas perderam sua liberdade e dignidade por causa de situações sobre as quais não tiveram nenhum controle aqui fora. Passei todo esse tempo lendo e aprendendo com as experiências delas. Às vezes, era fascinante. Eu poderia ficar aqui contando essas histórias até de manhã sobre tudo o que aprendi. E minha conclusão sobre esta aventura é que a prisão NÃO é a solução.

Na Jordan, você teve seu melhor momento na Fórmula 1 e, de repente, tudo acabou. Em algum momento você chegou a pensar que sua carreira tinha chegado ao fim?

Sim, foi uma pena. Naquele ano, eu só tinha vencido as 24 Horas de Le Mans e o carro da Jordan estava indo muito bem. Eu tinha feito a volta mais rápida na Hungria, pouco antes de ser preso, e tinha a certeza de que poderia ter feito a pole em Spa-Francorchamps.


Bertrand Gachot a bordo da Jordan 191 no GP de San Marino, em 1991

O que você aprendeu de toda essa situação?

Aprendi muito sobre a vida, de modo geral, sobre a injustiça e a felicidade. E decidi que, enquanto minha família estivesse bem e eu estivesse livre, eu seria feliz. TODOS os dias.

Em 1997, você assinou um contrato com a Hype Energy para distribuir seus produtos na França e, três anos depois, tornou-se o dono da empresa. O que o levou a abandonar as corridas para concentrar sua carreira nesse em trabalho tradicional?

Vejo minha vida em etapas. A primeira foi na época dos estudos, com a escola e a universidade. A segunda foi com as corridas. E a terceira é agora, com minha vida de executivo. Adoro desenvolver a marca Hype. É divertido e muito interessante. Atualmente, vendemos nossos produtos em 40 países, mas estamos diversificando para outros negócios além das bebidas. Ir para o escritório é emocionante e nunca uma chateação.

Em sua época, talvez as coisas não fossem diferentes, mas como você vê a Fórmula 1 hoje, com todos esses escândalos acontecendo desde 2007 e as ordens de equipe parecendo ser mais importantes do que o esporte?

Eu adoro assistir às corridas. Alguns desses jovens pilotos são muito bons. O que aconteceu em 2007 foi claramente uma questão pessoal entre pessoas poderosas. E é óbvio que, até então, todo mundo estava tentando conseguir ou comprar informações de outras equipes. Era algo totalmente natural.

Quem são seus amigos na Fórmula 1, entre pilotos, chefes de equipe ou mecânicos?

Tenho muitos amigos na Fórmula 1 e seria difícil nomeá-los aqui. Tudo o que posso dizer é que, quando vou a um Grande Prêmio, adoro encontrar todos eles, com quem tive bons momentos.

Na sua opinião, qual foi o melhor momento de sua carreira?

Vencer na Fórmula Ford 1600 e na F-Ford 2000. Me senti forte e abençoado. Depois de alguns anos andando lá atrás na Fórmula 1, foi difícil me sentir assim novamente. Então, tentei curtir o fato de estar pilotando aqueles carros e procurei tirar o máximo do meu equipamento. De fato, muitas vezes eu corri contra mim mesmo. Mas em Le Mans também tive uma grande experiência. Meus companheiros de equipe, Johnny Herbert e Volker Weidler, eram muito bons e fizemos uma ótima corrida. Você sabia que a Mazda chegou a pedir para que fizéssemos tempos que eles nunca esperavam que a gente fosse conseguir?


Um dos grandes momentos da carreira: a vitória nas 24 Horas de Le Mans, em 1991.

Do que você sente mais falta de sua vida como piloto?

Da emoção em pilotar esses carros, as amizades e as negociações que envolvem a Fórmula 1, que hoje são enormes e têm acontecido cada vez mais rápido.

Para encerrar, uma curiosidade: por que os pilotos nunca cantam o Hino Nacional quando sobem ao pódio?

Porque, assim como eu, provavelmente eles também não sabem. :-)

* Créditos das Fotos: Dupedi, De Standaard, Forix e Stuart Seeger

domingo, 7 de novembro de 2010

Quer ganhar uma camiseta da McLaren?

E o desafio de hoje está valendo prêmio em dose dupla: uma linda camiseta oficial da McLaren, idêntica à usada por Lewis Hamilton e Jenson Button e pelos outros membros da equipe, fabricada com tecido respirável CoolDry, que elimina a umidade. Para acompanhar, uma garrafa em aço inox com capacidade de 750 ml, tampa de rosca e mosquetão.


Para concorrer, você terá de me enviar um e-mail (almanaquedaf1@gmail.com), informando seu nome completo e respondendo à seguinte pergunta:

A quem Michael Schumacher precisou emprestar seu capacete e em que ano e Grande Prêmio isso aconteceu?

O desafio é aberto apenas aos residentes no Brasil. Caso mais de um participante envie a resposta correta, o vencedor será definido por sorteio. As respostas deverão ser enviadas até a meia-noite da próxima terça-feira, dia 9 de novembro.

O resultado será divulgado aqui no blog, no Twitter e no Facebook no dia 10. Não deixe de participar!

* Todos os prêmios estão sendo gentilmente cedidos pela Beyond Marketing e Consultoria, que ficará responsável pelo envio a cada um dos vencedores, respeitando o prazo legal de até 180 dias.

And the McLaren official jacket goes to...

Encerrado o GP Brasil de Fórmula 1, é chegada a hora de anunciar o grande vencedor do bolão. No total, foram oito pilotos indicados pelos participantes a subir ao pódio em Interlagos: as duplas da Ferrari, da Red Bull e da McLaren, além de Rubens Barrichello e Robert Kubica. Destes, Vettel e Webber ficaram empatados, com 26 indicações, seguidos por Alonso (16) e Hamilton (12).

Com o resultado final da prova, nove participantes acertaram os nomes dos três primeiros colocados, não importando a ordem de chegada, garantindo assim sua participação no sorteio.

Sendo assim, o grande vencedor do Bolão GP Brasil, definido por sorteio no site Random.Org, é o Diego Maulana Ferreira. Ele vai receber em casa uma jaqueta oficial da McLaren, idêntica à usada pelos pilotos e outros membros da equipe. Ela é 100% feita de tecido respirável (poliéster), à prova de vento e de água, com capuz embutido no colarinho.

Jaqueta - McLaren

Parabéns ao Diego e a todos os que participaram da brincadeira. E fique ligado aqui no blog, no Twitter e no Facebook, pois ainda hoje lançarei mais um desafio.

Enquanto isso, aproveite para participar do Desafio dos 15 Segundos no site Tech 1 Grande Prêmio Lenovo. Você concorre a uma viagem à Inglaterra, com tudo pago, incluindo uma visita ao circuito de Silverstone, palco da primeira corrida de Fórmula 1, disputada em 1950.

* Todos os prêmios estão sendo gentilmente cedidos pela Beyond Marketing e Consultoria, que ficará responsável pelo envio a cada um dos vencedores, respeitando o prazo legal de até 180 dias.

sábado, 6 de novembro de 2010

Veja quem ganhou o capacete!

Primeiro, vamos à resposta correta para a seguinte pergunta: Quando a McLaren não usa os túneis de vento para fazer suas análises de aerodinâmica, ela recorre a que outro recurso?.

Acertou quem respondeu CFD, conhecida por Dinâmica de Fluido Computacional. Trata-se do mesmo recurso que a Virgin Racing escolheu para desenvolver o carro deste ano, o Virgin VR-01. No total, 14 participantes acertaram a resposta. Alguns responderam até de forma mais elaborada, mas bastava citar "CFD" que estava valendo. :-)

E desta vez, não temos um ganhador, mas sim uma ganhadora, escolhida por sorteio no site Random.Org. E a felizarda é a Carla de Gragnani, que receberá em casa uma réplica do capacete do Lewis Hamilton ou do Jenson Button, além do chaveiro oficial da Vodafone McLaren Mercedes!

Prêmios McLaren - Desafio 2

Parabéns à Carla e a todos os participantes que acertaram a resposta. Se você não ganhou dessa vez, não desanime. Amanhã, logo após a corrida, lançarei mais um desafio. Portanto, fique ligado!

* Todos os prêmios estão sendo gentilmente cedidos pela Beyond Marketing e Consultoria, que ficará responsável pelo envio a cada um dos vencedores, respeitando o prazo legal de até 180 dias.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Participe do bolão GP Brasil de Fórmula 1!

Aproveitando toda a agitação do GP Brasil de Fórmula 1 e a grande expectativa em torno da disputa pelo título de 2010, é claro que eu não poderia deixar de organizar aqui um bolão para esta corrida. Valendo prêmio, é claro. Uma linda jaqueta oficial da McLaren, modelo Windbreaker, como esta da foto aí embaixo.

Jaqueta - McLaren

Para participar, envie um e-mail (informando seu nome completo) para almanaquedaf1@gmail.com, dizendo quem serão os três pilotos que subirão ao pódio no próximo domingo, em Interlagos.

Não importa a ordem de chegada. Quem acertar os nomes dos três pilotos estará concorrendo ao prêmio. Mas atenção: os palpites deverão ser enviados até o meio-dia (horário de Brasília) do próximo domingo, dia 7.

O desafio está aberto apenas aos participantes residentes no Brasil e o vencedor será definido por sorteio. O resultado será divulgado aqui no blog, no Twitter e no Facebook logo após a corrida.

Participe! E boa sorte!

* Todos os prêmios estão sendo gentilmente cedidos pela Beyond Marketing e Consultoria, que ficará responsável pelo envio a cada um dos vencedores, respeitando o prazo legal de até 180 dias.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Este capacete pode ser seu!

Agora, sim! Chegou a hora do segundo desafio do Almanaque da Fórmula 1, desta vez valendo um chaveiro oficial da McLaren e uma réplica do capacete de Lewis Hamilton ou Jenson Button em escala 1:2. Ou seja, metade do tamanho de um original, o que dá um belo enfeite para por na estante da sala ou do quarto.

Prêmios - McLaren

Para concorrer aos prêmios, é bem simples: envie um e-mail, informando seu nome completo, para almanaquedaf1@gmail.com, respondendo à seguinte pergunta:

Quando a McLaren não usa os túneis de vento para fazer suas análises de aerodinâmica, ela recorre a que outro recurso?

Para descobrir qual é a resposta, você terá de pesquisar no site Tech 1 Grande Prêmio Lenovo. Portanto, muita atenção e boa sorte!

O desafio está aberto apenas aos participantes residentes no Brasil e o vencedor será definido por sorteio entre todos os que enviarem a resposta correta até a meia-noite da próxima sexta-feira, dia 5 de novembro. O resultado será divulgado aqui no blog, no Twitter e no Facebook no próximo sábado, dia 6.

* Todos os prêmios estão sendo gentilmente cedidos pela Beyond Marketing e Consultoria, que ficará responsável pelo envio a cada um dos vencedores, respeitando o prazo legal de até 180 dias.

Saiu o ganhador do boné da McLaren!

Desde o sábado passado, quem me acompanha pelo blog, pelo Twitter ou pelo Facebook correu atrás, pesquisou e respondeu à pergunta Qual piloto foi responsável pela primeira transmissão ao vivo com uma câmera on-board na Fórmula 1 e em que ano e corrida isso aconteceu?



Do total de participantes, 14 responderam corretamente. Acertou quem identificou o piloto francês François Hesnault, durante o GP da Alemanha de 1985 (e não GP de Nürburgring).

Na ocasião, a Renault pôs um terceiro carro no grid, o Renault RE60, e escolheu Hesnault para comandar a primeira transmissão ao vivo com uma câmera on-board na Fórmula 1. Abandonou a prova depois de oito voltas, com problemas na embreagem. Foi sua última participação no automobilismo esportivo.

E o ganhador do boné oficial da McLaren, definido por sorteio no site Random.Org, é o leitor Caio Lui (entre em contato comigo, por favor, para me informar seu endereço)!

Parabéns ao Caio e a todos os participantes que acertaram a resposta. E se você não ganhou dessa vez, fique ligado que tem mais brinde vindo por aí. Hoje à noite lançarei mais um desafio.

* Todos os prêmios estão sendo gentilmente cedidos pela Beyond Marketing e Consultoria, que ficará responsável pelo envio a cada um dos vencedores, respeitando o prazo legal de até 180 dias.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Projeto Fittipaldi 40 Anos

Emerson Fittipaldi lançou hoje o Projeto Fittipaldi 40 Anos - O Brasil há 40 Anos no Alto do Pódio, criado para celebrar as quatro décadas de sua primeira vitória na Fórmula 1, no dia 4 de outubro de 1970, em Watkins Glen, nos Estados Unidos.

As comemorações vão durar até 2012, ano em que Emerson comemora os 40 anos de seu primeiro título mundial, quando corria pela Lotus, mas têm um objetivo ainda maior: preservar a memória esportiva e do automobilismo no Brasil.

O Projeto Fittipaldi 40 Anos inclui ainda o lançamento de produtos com a marca Fittipaldi, a apresentação de um Box Vintage - alusivo ao que as equipes apresentavam na década de 70 - durante o GP Brasil e também a produção de um filme sobre a vida e a carreira de Emerson, com lançamento previsto para 2012.

A partir do próximo dia 20 de novembro, terá início também uma exposição na galeria da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), na Avenida Paulista, mostrando boa parte do acervo de Emerson no automobilismo (carros, troféus, macacões, vídeos, entre outros itens).

O lançamento do projeto teve início na manhã de hoje, com Emerson pilotando a lendária Lotus 72 pelas ruas de São Paulo, entre o Shopping Cidade Jardim, passando pela Ponte Estaiada Octávio Frias de Oliveira e terminando no World Trade Center.

Na coletiva de imprensa (sobre a qual não fui informado nem credenciado, infelizmente), realizada na tarde de hoje, Emerson falou sobre os detalhes da iniciativa e fez uma homenagem a todos os pilotos brasileiros que já passaram pela Fórmula 1, desde pioneiros dos anos 50, como Chico Landi e Fritz d'Orey, até os da atual geração, Bruno Senna e Lucas di Grassi.

Confira, no vídeo abaixo, Emerson circulando pelas ruas de São Paulo com a Lotus 72. Ele fará ainda uma demonstração com o mesmo carro no Autódromo José Carlos Pace, no próximo sábado e também no domingo, antes da largada para o GP Brasil de Fórmula 1.