Jacques Villeneuve quer voltar à Fórmula 1 por meio de um acordo com a ex-equipe de GP2 Durango, podendo usar um carro fabricado pela Dallara. E uma curiosidade: em 1982, seu pai, Gilles, estava planejando montar uma equipe para o ano seguinte, tendo Jody Scheckter seria o chefe de equipe e também o responsável por conseguir patrocínio para o time.A estabilidade da Red Bull posta à prova com os episódios de Silverstone, culminando com a declaração de Mark Webber via rádio, após vencer o GP da Inglaterra, insinuando um favorecimento na equipe em prol de Sebastian Vettel.
Confirmação de algumas duplas de pilotos para 2011 (McLaren, Mercedes, Red Bull, Ferrari e Toro Rosso) e os possíveis nomes para os outros times, sendo a Hispania a única incógnita. Atenção para a provável ida de Timo Glock, Heikki Kövalainen ou Adrian Sutil para ocupar o lugar de Vitaly Petrov na Renault, bem como a possível ida de Karun Chandok para a Lotus.
A revista aponta também tempos difíceis para um piloto estrear na Fórmula 1. Com os testes agora restritos apenas à pré-temporada, os novos pilotos entram para a categoria com pouca quilometragem, obrigando boa parte das equipes a renovar seus contratos para que tenham mais experiência com o mesmo carro. Agora, trocar de piloto de um ano para o outro em busca de novos talentos, por incrível que pareça, tornou-se um negócio arriscado.
Vale muito a pena ler a coluna de David Coulthard sobre toda a novela Red Bull. Para ele, tudo não passa de uma tremenda tempestade em copo d'água. É o que eu penso também. Outro destaque é a reportagem sobre Sebastian Vettel, que mostra um pouco do que se passa pela cabeça deste jovem alemão quando o assunto é automobilismo. Para ele, a única coisa que importa é vencer o campeonato.
Jornalista, carioca e desde 2005 vivendo em São Paulo. Acompanha a Fórmula-1 desde o final dos anos 70. Hoje, faz questão de recordar os melhores momentos da principal categoria do automobilismo mundial.



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